Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

Defesas de Trabalho

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2017 
Título: O FAZER DO CURURU EM CORUMBA-MS: UMA ABORDAGEM SOCIOETNOLINGUÍSTICA. 
Data: 31/08/2017  Orientador: Rosangela Villa da Silva 
Banca: Elizabete Aparecida Marques, Nara Hiroko Takaki, Rosangela Villa da Silva, Susylene Dias de Araujo 
Alunos: José Gilberto Garcia Rozisca (ING: 2015/2) 
Área: LETRAS 
Curso: Mestrado em Estudos de Linguagens
Resumo
O FAZER DO CURURU EM CORUMBA-MS: UMA ABORDAGEM SOCIOETNOLINGUÍSTICA. X

			
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Título: A COBRA RI NO SERTÃO: CONSIDERAÇÕES SOBRE O CORPO NA MODA NAS CONVERGÊNCIAS ENTRE GUIMARÃES ROSA E RONALDO FRAGA. 
Data: 28/08/2017  Orientador: Angela Maria Guida 
Banca: Angela Maria Guida, Igor Teixeira Silva Fagundes, Patricia Graciela da Rocha, Rosana Cristina Zanelatto Santos 
Alunos: Bruna Costa Nogueira (ING: 2015/2) 
Área: LITERATURA COMPARADA 
Curso: Mestrado em Estudos de Linguagens
Resumo
A COBRA RI NO SERTÃO: CONSIDERAÇÕES SOBRE O CORPO NA MODA NAS CONVERGÊNCIAS ENTRE GUIMARÃES ROSA E RONALDO FRAGA. X

			
Arquivo(s)
 
Título: ENTRE FRONTEIRAS E BALAIOS: A LITERATURA BUGRESCA DE HÉLIO SEREJO. 
Data: 25/08/2017  Orientador: Edgar Cezar Nolasco dos Santos 
Banca: Angela Maria Guida, Igor Teixeira Silva Fagundes, Patricia Graciela da Rocha, Rosana Cristina Zanelatto Santos 
Alunos: Adrielly Ferreira Vilela (ING: 2015/2) 
Área: LETRAS 
Curso: Mestrado em Estudos de Linguagens
Resumo
ENTRE FRONTEIRAS E BALAIOS: A LITERATURA BUGRESCA DE HÉLIO SEREJO. X

			
Arquivo(s)
 
Título: CORPOS DELICADOS: O BANAL E A EXPERIÊNCIA ESTÉTICA EM ANA C. E LEONILSON 
Data: 21/08/2017  Orientador: Maria Adelia Menegazzo 
Banca: Biagio D' Angelo, Edgar Cezar Nolasco dos Santos, Maria Adelia Menegazzo, Ramiro Giroldo 
Alunos: Giovanna Pagano Collato (ING: 2015/2) 
Área: LETRAS 
Curso: Mestrado em Estudos de Linguagens
Resumo
CORPOS DELICADOS: O BANAL E A EXPERIÊNCIA ESTÉTICA EM ANA C. E LEONILSON X

			
Arquivo(s)
 
Título: AS CRIATURAS DE MARCELO GRASSMANN: UMA LEITURA SEMIÓTICA 
Data: 21/08/2017  Orientador: Eluiza Bortolotto Ghizzi 
Banca: Eluiza Bortolotto Ghizzi, Geraldo Vicente Martins, Isaac Antonio Camargo, Maria Luceli Faria Batistote 
Alunos: Oswaldo Guimarães Barbosa (ING: 2015/2) 
Área: LETRAS 
Curso: Mestrado em Estudos de Linguagens
Resumo
AS CRIATURAS DE MARCELO GRASSMANN: UMA LEITURA SEMIÓTICA X

			
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Título: A TOPONÍMIA URBANA DE CAMPO GRANDE/MS: UM ESTUDO ETNOLINGUÍSTICO DA REGIÃO DO SEGREDO 
Data: 03/08/2017  Orientador: Aparecida Negri Isquerdo 
Banca: Ana Paula Tribesse Patrício Dargel, Aparecida Negri Isquerdo, Elizabete Aparecida Marques, Patricia Graciela da Rocha 
Alunos: Bianca da Silveira de Amorim (ING: 2015/2) 
Área: LETRAS 
Curso: Mestrado em Estudos de Linguagens
Resumo
A TOPONÍMIA URBANA DE CAMPO GRANDE/MS: UM ESTUDO ETNOLINGUÍSTICO DA REGIÃO DO SEGREDO X

			
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2016 
Título: O portunhol selvagem de Douglas Diegues: no delírio, a busca pelo sentido 
Data: 21/10/2016  Orientador: Rosana Cristina Zanelatto Santos 
Banca: Geraldo Vicente Martins, Marcos Paulo da Silva, Ramiro Giroldo, Rosana Cristina Zanelatto Santos 
Alunos: Thaís Ferreira Pompêo de Camargo (ING: 2014/2) 
Área: LETRAS 
Curso: Mestrado em Estudos de Linguagens
Resumo
O portunhol selvagem de Douglas Diegues: no delírio, a busca pelo sentido X
Na busca por romper fronteiras entre a poesia, a comunicação e a crítica
cultural em Mato Grosso do Sul, este trabalho tem como meta (re)construir o
percurso poético-cultural de Douglas Diegues, por meio da análise de suas
atuações no jornalismo cultural e literário. Para isso, o trajeto desta
dissertação se divide em dois momentos: no primeiro, são consideradas
cinco diferentes publicações produzidas e editadas por ele, entre 1991 e
2002, quando o poeta empresta sua sensibilidade ao jornalismo cultural,
trazendo para a discussão assuntos caros à cultura sul-mato-grossense,
relacionados à memória, à história, à identidade e à literatura. No segundo
momento, as temáticas abordadas no jornalismo literário se transmutam para
uma poesia desobediente, que arrasta a tradição para dentro da
transgressão, com poemas descolonizados, escritos em uma língua apátrida,
informal e inculta – o portunhol selvagem. Mostramos que ambos – a
narrativa poética e o jornalismo literário de Diegues – conservam o impulso
crítico e utópico que caracteriza os campos da comunicação e da cultura,
assim como o do intelectual na América Latina.
Arquivo(s) Intro_Dissertacao_Thais_alt_final_6.12.pdf
 
Título: Educação e Formação de Professores Indígenas: ainda um discurso catequizador 
Data: 20/10/2016  Orientador: Rosana Cristina Zanelatto Santos 
Banca: Geraldo Vicente Martins, Marilda Moraes Garcia Bruno , Ramiro Giroldo, Rosana Cristina Zanelatto Santos 
Alunos: Evanir Gomes dos Santos (ING: 2014/2) 
Área: LETRAS 
Curso: Mestrado em Estudos de Linguagens
Resumo
Educação e Formação de Professores Indígenas: ainda um discurso catequizador X
As etnias indígenas brasileiras que, de acordo com Urquiza (2013), contavam,
nos anos de 1500, com mais de 5.000.000 de habitantes, hoje representam
apenas 0,5% da população nacional. Desse percentual, a segunda maior
concentração se encontra no estado de Mato Grosso do Sul, que abriga oito
etnias. Com a promulgação da Constituição Federal de 1988 (CF/88),
oficializaram-se políticas públicas em que se assegura o direito a uma educação
intercultural. No entanto, apesar do aparato legal, o trato da educação indígena
apresenta uma dupla face: se, por um lado, a legislação educacional brasileira é
balizada por discussões voltadas e marcadas por preceitos interculturais, por
outro, dissemina-se, no tocante a ela, práticas monolíngues, doutrinárias e
hegemônicas. Esse estado de coisas foi confirmado por esta pesquisa, no
transcurso da análise do prefácio e das atividades didáticas contidas em material
oriundo de curso de formação de professores indígenas, o que este estudo se
dedicou em investigar os traços e os elementos de sentido que nortearam esta
prática pedagógica proposta e, identificar as possíveis (des) construções
identitárias promovidas nessa ação, sob a (co)ordenação de fatores culturais,
linguísticos e religiosos dominantes no (re)conhecimento do outro. Tem-se,
nesse corpus, a um só tempo, a convivência entre o colonialismo curso de
magistério e a realidade de uma doutrinação espiritual/religiosa. Essa notação foi
possível graças à análise feita sob uma visada semiótica, alicerçada sobretudo
nos estudos de Barros (2001 e 2005), com apoio em estudos retóricos,
antropológicos e de educação, entre eles, os de Aristóteles, Benites (2009), Boas
(2005), Geertz (2008), Urquiza (2013) e Troquez (2013).
Arquivo(s) SANTOS, Evanir. Educação (limitada).pdf
 
Título: A configuração da mulher em Dom Casmurro, de Machado de Assis, e A audácia dessa mulher, de Ana Maria Machado 
Data: 23/08/2016  Orientador: Jose Alonso Torres Freire 
Banca: Jose Alonso Torres Freire, Ramiro Giroldo, Susylene Dias de Araujo, Wagner Corsino Enedino 
Alunos: Elenir Vilharva de Lima (ING: 2014/2) 
Área: LETRAS 
Curso: Mestrado em Estudos de Linguagens
Resumo
A configuração da mulher em Dom Casmurro, de Machado de Assis, e A audácia dessa mulher, de Ana Maria Machado X
Esta dissertação objetiva investigar como se constroem as personagens femininas em dois romances, Dom Casmurro, de 1899, de Machado de Assis, e A audácia dessa mulher (1999), de Ana Maria Machado, especialmente Capitu, personagem da primeira obra que é retomada na seguinte. Considerando que a obra de Ana Maria Machado estabelece diálogos explícitos com a obra de Machado de Assis, os temas do amor e do ciúme são recorrentes ao longo das duas narrativas, além da presença marcante da mulher, seja por sua submissão ou não aos costumes de sua época, seja pela busca do seu lugar na sociedade, o que é fundamental para a análise dos romances escolhidos para este estudo. As personagens citadas fazem referências a construções sociais e nos interessam pela forma como foram configuradas por seus respectivos autores. Selecionamos esses romances dentre as extensas produções de Machado de Assis e de Ana Maria Machado pela ligação estabelecida por esta última autora com uma história clássica da Literatura Brasileira, o que nos possibilita investigar a forma como a figura feminina é colocada nos romances, publicados com intervalo de cem anos. Com base nas análises, podemos afirmar que a transformação pela qual a figura feminina passou ao longo do século fica evidente entre os dois romances, pois em A audácia dessa mulher há a retomada da personagem de Machado, porém essa nova Capitu aparece como uma mulher ousada, capaz de narrar sua própria história na obra da autora contemporânea. Para a realização da pesquisa, em um primeiro momento, o foco está voltado para questões teóricas que são a base das análises, tais como conceitos de literatura comparada, representação e aspectos da literatura contemporânea, sem esquecermos a metaficção e a intertextualidade. No segundo capitulo, a discussão focaliza o contexto histórico da mulher do século XIX, Machado de Assis e a configuração de Capitu e, por fim, no terceiro capítulo, as discussões focalizam Ana Maria Machado e suas personagens Bia e Capitu. Como aporte teórico, para realização da pesquisa, contamos com Aristóteles, René Wellek, Antonio Candido, Leyla Perrone-Moisés, Karl Erik Schollhammer, Antoine Compagnon, Giorgio Agamben, Lipovetsky e Quintaneiro, entre outros autores. Dessa forma, buscamos realizar um estudo comparativo entre os dois romances, recorrendo aos teóricos para corroborar ou refutar elementos levantados nas narrativas selecionadas.
Arquivo(s) DE LIMA, Elenir. A configuração....pdf
 
Título: O tempo como questão poética: diálogos 
Data: 22/08/2016  Orientador: Angela Maria Guida 
Banca: Angela Maria Guida, Geraldo Vicente Martins, José Antonio De Souza, Marcia Gomes Marques 
Alunos: Fernanda Vilas Boas Ferrari (ING: 2014/2) 
Área: LETRAS 
Curso: Mestrado em Estudos de Linguagens
Resumo
O tempo como questão poética: diálogos X
Nesta pesquisa se propôs discutir noções do tempo, a partir do diálogo com textos de Martin Heidegger e de Paul Ricoeur. Do filósofo alemão, buscou-se dialogar com a obra Ser e tempo e, do filósofo francês, com a obra Tempo e narrativa. No que diz respeito à literatura, o diálogo com a temática do tempo aconteceu, de maneira mais efetiva, com romances da escritora Clarice Lispector. Neste diálogo, ainda se ampliou a possibilidade de discutir o tema do tempo no filme Time: o amor contra a passagem do tempo, do cineasta sul-coreano Kim Ki-Duk, e na tela Visita al pasado, da artista plástica espanhola Remédios Varo. A hipótese de trabalho privilegiada nesta pesquisa se ancorou na noção de tempo poético, isto é, na noção de um tempo que vai além da simples cronologia ou do tempo vulgar, discutido por Martin Heidegger. Nessa perspectiva, buscou-se pensar uma temporalidade ontológica, ou seja, o tempo do ser que, muitas vezes, caminha em um ritmo diferente do tempo cronológico, como se buscou demonstrar, sobretudo, a partir das reflexões de Martin Heidegger. A questão do tempo construído na narrativa ou o “terceiro tempo”, conceito desenvolvido pelo filósofo Paul Ricoeur, teve relevância nesta pesquisa a partir, em especial, do diálogo com as narrativas de Clarice Lispector, com a narrativa fílmica de Kim Ki-Duk e com a narrativa pictórica de Remédios Varo. Assim, refletimos acerca do tempo não somente por meio do texto literário, mas perpassamos outras produções artísticas, por isso, além de Clarice Lispector, propusemos diálogos com outras manifestações de arte, como a pintura de Remédios Varo e o filme de Kim Ki-Duk. Nesta pesquisa, ainda se colocou como ponto de tensão e/ou questionamento a clássica divisão do tempo em passado, presente e futuro, bem como a relação entre tempo e morte.
Arquivo(s) Vilas Boas, Fernanda. O tempo... (versão restrita).pdf
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