Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

Defesas de Trabalho

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2017 
Título: Processos Neológicos na Linguagem Homossexual 
Data: 24/08/2017  Orientador: Vanessa Hagemeyer Burgo 
Banca: Claudia Cristina Ferreira, Ieda Maria Alves, Solange de Carvalho Fortilli, Vanessa Hagemeyer Burgo 
Alunos: Gustavo Ribeiro Lourenço (ING: 2015/1) 
Área: LETRAS 
Curso: Mestrado em Letras
Resumo
Processos Neológicos na Linguagem Homossexual X

			
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Título: A simbologia dos nomes em Tremor de Terra, de Luiz Vilela 
Data: 28/07/2017  Orientador: Kelcilene Gracia Rodrigues 
Banca: Kelcilene Gracia Rodrigues, Marcelo Marinho, Rauer Ribeiro Rodrigues, Rita de Cássia Silva Dinísio 
Alunos: Lucas Rodrigues Neves (ING: 2015/1) 
Área: LÍNGUA PORTUGUESA 
Curso: Mestrado em Letras
Resumo
A simbologia dos nomes em Tremor de Terra, de Luiz Vilela X

			
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Título: Processos de Formulação em Contextos Forenses 
Data: 27/07/2017  Orientador: Vanessa Hagemeyer Burgo 
Banca: Claudete Cameschi de Souza, Joceli Catarina Stassi Se, Ulisses Tadeu Vaz de Oliveira, Vanessa Hagemeyer Burgo 
Alunos: Junior dos Santos Silva (ING: 2015/1) 
Área: LÍNGUA PORTUGUESA 
Curso: Mestrado em Letras
Resumo
Processos de Formulação em Contextos Forenses X

			
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Título: “O que é ser índio sendo surdo? Um olhar transdisciplinar” 
Data: 21/06/2017  Orientador: Claudete Cameschi de Souza 
Banca: Celina Aparecida Garcia de Souza Nascimento, Claudete Cameschi de Souza, Márcia Aparecida Amador Mascia, Vania Maria Lescano Guerra 
Alunos: Michelle Sousa Mussato (ING: 2015/1) 
Área: LETRAS 
Curso: Mestrado em Letras
Resumo
“O que é ser índio sendo surdo? Um olhar transdisciplinar” X
MUSSATO, Michelle Sousa. O que é ser índio sendo surdo?: um olhar transdisciplinar. Três Lagoas, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, 2017, 177f. (Dissertação de Mestrado)
Ao lançar um olhar sobre os discursos dos sujeitos surdos de etnia Terena, apresenta-se uma diversidade de representações, construções, deslocamentos e traços identitários atravessados por relações de saber-poder. Dessa forma, nossa hipótese é que esses sujeitos de pesquisa estão à margem da sociedade hegemônica numa dupla exclusão: por serem indígenas e surdos, uma vez que não se encontra uma discursividade que os legitime, que os inscreva como índio surdo. Assim, tendo o discurso como objeto de pesquisa, o objetivo é problematizar o processo de constituição identitária do sujeito surdo indígena por meio de narrativas de si e do outro, pela subjetividade do sujeito em descrever como se vê, como vê o outro (seus pares e o branco) e como acredita que o outro o vê (seus pares e o branco), sendo índio e surdo. Como objetivos específicos buscamos: analisar os modos de dizer nos quais são evocadas as representações do índio surdo sobre si; interpretar os modos de dizer nos quais são evocadas as representações do índio surdos a partir de como ele acredita que o outro o vê na sala de aula e na aldeia onde reside; compreender os modos de dizer nos quais são evocadas as representações do índio surdo acerca da língua de sinais emergente, língua brasileira de sinais, língua portuguesa e língua terena. Desse modo, o indígena surdo é trazido para o centro da nossa investigação por meio de entrevistas gravadas/filmadas em vídeo em língua de sinais, transcritas, na cidade de Miranda, no ano de 2015 e que, devido às regularidades apresentadas, quatorze recortes constituem nosso corpus. Para tanto, valemo-nos das contribuições teóricas da perspectiva discursiva, por entendermos que o discurso se constitui sobre o primado dos interdiscursos, construído, sobretudo, pela presença do o(O)utro, pela heterogeneidade, com auxílio do suporte teórico-metodológico foucaultiano, o arqueogenealógico, que vem suplementar as metodologias teóricas da perspectiva discursiva. O primeiro capítulo volta-se às condições de produção dos discursos, para que, na análise dos dizeres do índio surdo Terena, se possa compreender onde esse sujeito se encontra e como se dá esse entre-lugar que se forja num espaço-tempo simultaneamente real e virtual, caracterizando-se como um limiar, uma fronteira, que une e separa, que abarca e delimita, que abre horizontes e restringe possibilidades. O segundo capítulo tece a base teórica para a sustentação de nossos gestos de interpretação, trazendo uma reflexão mais elaborada a respeito das noções teóricas da Análise do Discurso, dos estudos culturais e também do método arqueogenealógico de Foucault, que nos apoiam na construção do dispositivo de análise em meio a transdisciplinaridade. Por fim, no terceiro capítulo são empreendidos os gestos analíticos divididos em três eixos: Como me vejo?: representação de si; Como acredito que o outro me vê?: representação de si e do outro; Em que universo linguístico me encontro?: representação de língua/linguagem. Dessa forma, foram observadas representações de si, do outro sobre si e da língua/linguagem que não legitimam, que não garantem a inscrição dos sujeitos como sendo índios surdos, pois os traços que constituem a identidade do surdo indígena por meio das (re)construções de sentido acerca da Língua Portuguesa, Libras, Língua Terena e língua de sinais emergentes ressoam vozes que perpetuam a imagem estereotipada do sujeito surdo indígena como sujeito da falta, como corpo deficiente, como aquele que é anormal por ser diferente do branco, sob uma in(ex)clusão.
Palavras-chave: Análise do Discurso; identidade; surdez; índio Terena.
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Título: Narrar a morte: um estudo de “Memórias póstumas de Brás Cubas” e “Fim””. 
Data: 15/03/2017  Orientador: Ricardo Magalhaes Bulhoes 
Banca: Cristiane Rodrigues de Souza, Eliane Aparecida Galvão Ribeiro Ferreira, João Adalberto Campato Junior, Ricardo Magalhaes Bulhoes 
Alunos: Kátia Cristina Pelegrino Sellin (ING: 2015/1) 
Área: LETRAS 
Curso: Mestrado em Letras
Resumo
Narrar a morte: um estudo de “Memórias póstumas de Brás Cubas” e “Fim””. X

			
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Título: Memória, Identidade e Representação Social: Uma leitura de O Ultimo Conhaque de Carlos Herculano Lopes 
Data: 15/03/2017  Orientador: Ricardo Magalhaes Bulhoes 
Banca: João Adalberto Campato Junior, Jose Batista de Sales, Ricardo Magalhaes Bulhoes, Wagner Corsino Enedino 
Alunos: Lydyane de Almeida Menzotti Silva (ING: 2015/1) 
Área: LETRAS 
Curso: Mestrado em Letras
Resumo
Memória, Identidade e Representação Social: Uma leitura de O Ultimo Conhaque de Carlos Herculano Lopes X

			
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Título: Entre o discurso oficial e o discurso Kinikinau: representações de escola e território 
Data: 24/02/2017  Orientador: Claudete Cameschi de Souza 
Banca: Celina Aparecida Garcia de Souza Nascimento, Claudete Cameschi de Souza, Marlene Durigan, Roberto Leiser Baronas 
Alunos: Daniele Lucena Santos (ING: 2015/1) 
Área: LETRAS 
Curso: Mestrado em Letras
Resumo
Entre o discurso oficial e o discurso Kinikinau: representações de escola e território X

			
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Título: O Princípio da Cooperação em contexto forense: as máximas conversacionais em audiências judiciais 
Data: 23/02/2017  Orientador: Vanessa Hagemeyer Burgo 
Banca: Claudia Cristina Ferreira, Solange de Carvalho Fortilli, Ulisses Tadeu Vaz de Oliveira, Vanessa Hagemeyer Burgo 
Alunos: Claudia Poliana de Escobar de Araujo (ING: 2015/1) 
Área: LETRAS 
Curso: Mestrado em Letras
Resumo
O Princípio da Cooperação em contexto forense: as máximas conversacionais em audiências judiciais X

			
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2016 
Título: O processo de subjetivação do indígena em material didático subsidiado pelas (novas) tecnologias 
Data: 21/11/2016  Orientador: Vania Maria Lescano Guerra 
Banca: Celina Aparecida Garcia de Souza Nascimento, Claudete Cameschi de Souza, Silvane Aparecida de Freitas, Vania Maria Lescano Guerra 
Alunos: Icléia Caires Moreira (ING: 2015/1) 
Área: LETRAS 
Curso: Mestrado em Letras
Resumo
O processo de subjetivação do indígena em material didático subsidiado pelas (novas) tecnologias X

			
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Título: "A Tradução e a omissão dos marcadores discursivos nas legendas da série Friends: o (des)respeito às funções comunicativas" 
Data: 31/08/2016  Orientador: Vanessa Hagemeyer Burgo 
Banca: Claudete Cameschi de Souza, Claudia Cristina Ferreira, Ulisses Tadeu Vaz de Oliveira, Vanessa Hagemeyer Burgo 
Alunos: Nayra Modesto dos Santos Nunes (ING: 2014/1) 
Área: LETRAS 
Curso: Mestrado em Letras
Resumo
"A Tradução e a omissão dos marcadores discursivos nas legendas da série Friends: o (des)respeito às funções comunicativas" X
Este estudo visa a analisar como os marcadores discursivos são traduzidos na legendagem dos
diálogos da série televisiva americana Friends, averiguando se essa tradução consegue estabelecer e
manter os mesmos efeitos de sentido em língua portuguesa. O córpus é constituído por quinze
fragmentos, extraídos dos primeiros episódios da primeira, da quinta e da décima temporadas da série,
transmitida pelo canal Warner, e também disponíveis em DVD ou na internet. A análise do áudio e da
transcrição da legendagem foram apresentados em dois formatos: o roteiro de fala seguido pelos
personagens em língua inglesa e a legendagem em língua portuguesa. Quanto aos procedimentos
metodológicos, esta pesquisa seguiu a abordagem empírico-indutiva, com natureza qualitativointerpretativa.
O arcabouço teórico está ancorado em conceitos da Análise da Conversação, expostos
por Chafe (1982), Fávero, Andrade e Aquino (2007), Fraser (1988, 1994), Galembeck (1999),
Galembeck e Carvalho (1997), Hilgert (2011), Marcuschi (1989, 2001, 2006) e Preti (2003), em
relação de interface com conceitos oriundos dos Estudos da Tradução, salientados por Arrojo (2007),
Frota (2000), Gorovitz (2006), Oustinoff (2011), Paes (1990) e Rodrigues (2000). Vale ressaltar que
os marcadores discursivos desempenham um papel relevante na manutenção da interação verbal,
contribuindo para o monitoramento da conversação e para a organização do texto falado. Eles podem
atuar como organizadores e/ou articuladores textuais, indicadores de força ilocutória do discurso,
planejadores verbais, atenuadores, dentre outras funções. Reconhecer os marcadores discursivos como
elementos essenciais no processo de significação da atividade linguística implica reconhecer a
dimensão interacional da linguagem.
Palavras-chave: Tradução. Legendas. Marcadores discursivos. Estratégias comunicativas
Arquivo(s) NAYRA MODESTO DOS SANTOS NUNES.pdf
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