Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

Defesas de Trabalho

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2017 
Título: AÇÕES DE ENFERMAGEM COM A FAMÍLIA DA CRIANÇA HOSPITALIZADA: A PERSPECTIVA DA FAMÍLIA 
Data: 26/05/2017  Orientador: Maria Angelica Marcheti 
Banca: Fernanda Ribeiro Baptista Marques, Flávia Simphronio Balbino, Maria Angelica Marcheti, Marisa Rufino Ferreira Luizari 
Alunos: Silvana de Castro Souza (ING: 2015/1) 
Área: ENFERMAGEM 
Curso: Mestrado em Enfermagem
Resumo
AÇÕES DE ENFERMAGEM COM A FAMÍLIA DA CRIANÇA HOSPITALIZADA: A PERSPECTIVA DA FAMÍLIA X

			
Arquivo(s)
 
Título: BURNOUT ENTRE ESTUDANTES DE ENFERMAGEM DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO DO SUL 
Data: 11/05/2017  Orientador: Alexandra Maria Almeida Carvalho 
Banca: Alexandra Maria Almeida Carvalho, Elizabeth Goncalves Ferreira Zaleski, Luciana Contrera, Maria Lucia Ivo 
Alunos: Ariane Calixto de Oliveira (ING: 2015/1) 
Área: ENFERMAGEM 
Curso: Mestrado em Enfermagem
Resumo
BURNOUT ENTRE ESTUDANTES DE ENFERMAGEM DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO DO SUL X
Considerando a síndrome de burnout no ambiente acadêmico, torna-se importante compreender como a metodologia de ensino-aprendizagem pode influenciar neste processo. Objetivo: Investigar a síndrome de burnout entre estudantes de enfermagem da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. Material e métodos: Estudo transversal com estudantes de enfermagem do terceiro e quarto anos da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Campo Grande e Três Lagoas, 2016. Dois instrumentos foram utilizados para coleta de dados: Formulário sociodemográfico e acadêmico e o Maslach Burnout Inventory- Student Survey (MBI-SS). Estatística descritiva foi utilizada para caracterizar os estudantes em relação às variáveis sociodemográfica e acadêmica, e estatística não paramétrica para comparar as dimensões do MBI-SS em relação às variáveis do estudo, foram usados os testes de Mann Whitney e Kruskal Wallis, ao nível de significância de 5%. Resultados: Na amostra de 103 estudantes de enfermagem, a idade média foi de 22,97±4,81 anos, e predominou: sexo feminino (85,4%), solteiros (80,6%) e sem filhos (87,4%). Enfermagem foi a primeira opção de escolha para 70,9% dos estudantes. Quanto aos métodos de ensino-aprendizagem, em Campo Grande, o curso adota metodologias ativas, e em Três Lagoas, métodos de ensino tradicional, respectivamente, participaram da pesquisa 72 e 31 estudantes. Com relação ao MBI-SS e suas três dimensões, exaustão emocional, descrença e eficácia profissional, observou-se que, na metodologia de ensino-aprendizagem tradicional, os estudantes de enfermagem sentem-se exaustos emocionalmente “algumas vezes por semana”, apresentam-se descrentes sobre seus estudos “algumas vezes ao mês” e eficazes profissionalmente entre “uma vez por semana” e “algumas vezes por semana”. Já os estudantes sob metodologia ativa, sentem-se exaustos em relação aos estudos “todos os dias”, descrentes em relação aos estudos “algumas vezes ao mês” e eficazes profissionalmente “algumas vezes por semana”. Conclusão: Não foram constatados indicativos da síndrome de burnout. Porém, estudantes de ambos os métodos de ensino aprendizagem apresentaram altos índices de exaustão emocional, sendo esta de extrema observância, pois é descrita como a primeira dimensão a surgir na manifestação de burnout
Arquivo(s) DISSERTACAO FINAL ARIANE CALIXTO DE OLIVEIRA.pdf
 
Título: SITUAÇÃO DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA CONTRA MULHER EM CAMPO GRANDE-MS 
Data: 27/04/2017  Orientador: Maria Auxiliadora de Souza Gerk 
Banca: Iara Cristina Pereira, Maria Auxiliadora de Souza Gerk, Marisa Dias Rolan Loureiro, Maysa Luduvice Gomes 
Alunos: Iluska Lopes Schultz (ING: 2015/1) 
Área: ENFERMAGEM 
Curso: Mestrado em Enfermagem
Resumo
SITUAÇÃO DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA CONTRA MULHER EM CAMPO GRANDE-MS X
Introdução: A violência doméstica é uma das violências mais antigas praticadas contra as mulheres. Objetivo: analisar a situação da violência doméstica contra a mulher no Município de Campo Grande, Mato Grosso do Sul. Material e método: pesquisa quantitativa e transversal, com os dados disponibilizados pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública de Mato Grosso do Sul, referentes aos casos de violência doméstica notificados nos boletins de ocorrência, preenchidos na 1ª Delegacia de Atendimento Especializado à Mulher de Campo Grande, MS, durante o período de janeiro de 2010 a dezembro de 2014. Resultados: entre os anos de 2010 a 2014 foram registrados um total de 12.709 casos de violência contra a mulher e, destes, 6.756 corresponderam à violência doméstica. Os tipos de violência doméstica contra a mulher mais frequentes foram a lesão corporal (59,8%), homicídio doloso (12,6%) e o estupro (7,4%). A lesão corporal ocorreu em mulheres acima de 25 anos de idade (64,3%), pardas (64,2%), aos sábados (21,3%) e aos domingos (24,9%), nos horários entre 12h a 23h59. Os homicídios dolosos (86,7%) e os estupros (65,8%) ocorreram com maior frequência, também, em mulheres acima de 25 anos pardas, respectivamente 73,3% e 70,5%, nos diversos dias da semana, em ambos os casos, e nos horários entre 18h e 6h59 (estupro) e das 18h e 23h59 (homicídios dolosos). As regiões urbanas em que mais ocorreram os casos de violência doméstica contra a mulher foram a do Anhanduizinho e a do Segredo, áreas consideradas precárias em serviços de saúde, segurança e transporte coletivo. Conclusão: A distribuição espacial dos casos de violência doméstica contra a mulher e das unidades de apoio ao enfrentamento da violência, de acordo com as regiões urbanas de Campo Grande, MS, permitiu verificar a predominância da violência nas regiões urbanas com alta densidade populacional e de baixa renda, evidenciando relação entre a violência com as questões socioeconômicas. As regiões urbanas do Anhanduizinho e do Segredo possuem uma rede de apoio de enfrentamento à violência precária, considerando a frequência elevada de ocorrência dos casos de violência. Estudos futuros sobre a violência contra a mulher são necessários para melhor compreensão de suas causas e para a elaboração de estratégias que permitam uma melhor articulação entre os serviços de saúde, social e de justiça, em parceria com diversos órgãos federais, municipais e estaduais, assim como para que propostas sobre o direcionamento dos recursos públicos para as regiões mais vulneráveis sejam sugeridas e efetivadas.
Arquivo(s) Dissertação da Iluska Lopes Schultz.pdf
 
Título: DOENÇA FALCIFORME EM MATO GROSSO DO SUL: UMA ANÁLISE EPIDEMIOLÓGICA 
Data: 18/04/2017  Orientador: Maria Lucia Ivo 
Banca: Alexandra Maria Almeida Carvalho, Liane de Rosso Giuliani, Maria Lucia Ivo, Ruy Alberto Caetano Correa Filho 
Alunos: Nivea Lorena Torres Ballista (ING: 2015/1) 
Área: ENFERMAGEM 
Curso: Mestrado em Enfermagem
Resumo
DOENÇA FALCIFORME EM MATO GROSSO DO SUL: UMA ANÁLISE EPIDEMIOLÓGICA X
A doença falciforme é um distúrbio hematológico hereditário frequente no Brasil e no mundo. A triagem neonatal permite sua identificação em tempo oportuno para intervenção e tratamento, contribuindo para a redução da morbimortalidade. Objetivo: avaliar a situação epidemiológica da doença falciforme entre os nascidos vivos no estado do Mato Grosso do Sul, no período de 2011 a 2015. Material e Métodos: Trata-se de um estudo transversal que analisou informações referentes ao Programa Nacional de Triagem Neonatal para hemoglobinopatias, contidos no banco de dados do Instituto de Pesquisas, Estudo e Diagnósticos da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais, em Mato Grosso do Sul. Foram incluídos os resultados com hemoglobinopatias referentes à identificação de Hemoglobina S e excluídos aqueles com outras hemoglobinopatias. As variáveis pesquisadas foram: ano; número de crianças nascidas vivas; total de triagens; índice de cobertura; prevalência da doença em nascidos vivos; tempo decorrido entre o nascimento da criança e a coleta da triagem; idade da criança no momento do resultado da triagem; número de amostras canceladas por falhas na coleta da triagem; ano e motivo do cancelamento das amostras; número e os resultados das novas amostras decorrentes de cancelamento. Resultados: o índice de cobertura do Programa Nacional de Triagem Neonatal em Mato Grosso do Sul declinou de 2011 para 2015, com média de cobertura de 85,34%. A anemia falciforme e a FSC aumentaram em número de casos quando comparados a estudos anteriores realizados no estado. Os casos de traço falciforme apresentaram aumento gradual no período de 2011 a 2015. No período recomendado, entre o 3.º e o 5.º dia de vida, detectou-se 25,5% das coletas. Abaixo deste período estavam 14,6% e acima 59,5%. Os resultados da triagem foram entregues até vigésimo oitavo dia para 84% dos triados. As falhas identificadas na coleta estão relacionadas à técnica, amostra com mais de 30 dias de colhida e aquelas em duplicidade. Praticamente todas as primeiras amostras coletadas foram válidas. Do total das amostras canceladas somente 55% foram novamente coletadas. Conclusão: As etapas do processo de triagem neonatal necessitam de monitoramento sistemático, dada à complexidade da doença falciforme. Sugerem-se ações de educação permanente aos profissionais de saúde. E pesquisas que identifiquem os fatores determinantes na obtenção de uma cobertura universal e efetiva do Programa Nacional de Triagem Neonatal em Mato Grosso do Sul.
Arquivo(s) Dissertação_Nivea_Torres.pdf
 
Título: MÉTODO CANGURU: A EXPERIÊNCIA DOS PAIS DE RECÉM-NASCIDOS COM BAIXO PESO 
Data: 07/04/2017  Orientador: Cristina Brandt Nunes 
Banca: Ana Cláudia Garcia Vieira, Cristina Brandt Nunes, Maria Lucia Ivo, Paula de Oliveira Serafin 
Alunos: Mayara Carolina Cañedo (ING: 2015/1) 
Área: ENFERMAGEM 
Curso: Mestrado em Enfermagem
Resumo
MÉTODO CANGURU: A EXPERIÊNCIA DOS PAIS DE RECÉM-NASCIDOS COM BAIXO PESO X
O Método Canguru é uma abordagem assistencial humanizada, aplicada no período neonatal e direcionada à melhoria do cuidado prestado ao recém-nascido de baixo peso e/ou pré-termo, com necessidade de hospitalização. O objetivo deste estudo foi conhecer a experiência dos pais de recém-nascidos de baixo peso na adaptação ao Método Canguru, no ambiente hospitalar e nos cuidados em domicílio. A pesquisa é qualitativa, na modalidade Estudo de Caso, realizada com pais de recém-nascidos pré-termo e/ou baixo peso, atendidos na Unidade Neonatal do Hospital Regional de Mato Grosso do Sul. As técnicas de coleta de dados foram a observação com registro em diário de campo, a elaboração de genogramas e ecomapas, consultas aos prontuários e entrevistas. O estudo é composto por doze casos, sendo 18 recém-
nascidos pré-termo e/ou baixo peso, 12 mães, destas sendo duas adolescentes, e três pais. Os dados foram analisados, segundo o enfoque da análise temática, proposto por Minayo. Foram elencadas três categorias temáticas para a discussão: concepção do Método Canguru para os pais; a experiência dos pais com o Método Canguru no ambiente hospitalar; e a experiência dos pais com o Método Canguru no ambiente domiciliar. Estas categorias surgiram a partir dos seguintes temas: o significado do Método Canguru para os pais; benefícios do Método Canguru para as crianças; a efetividade do Método Canguru; descompasso do Método Canguru; adaptação da família; acompanhamento do bebê após a alta hospitalar: sucessos e insucessos. Considera-se que o Método Canguru foi efetivo na formação de vínculo entre o bebê e os seus pais, devido à participação da família na realização dos cuidados básicos com o bebê, desde a Unidade de Terapia Intensiva Neonatal. Os pais aplicaram o contato pele a pele e o banho humanizado, preconizado pelo Método Canguru, no ambiente hospitalar; além disso, a equipe de saúde proporcionou aos pais momentos de aprendizado e troca de experiência. Desvelaram-se também as fragilidades existentes no centro-obstétrico e unidade neonatal, relacionadas ao Método Canguru, ao nascimento e à hospitalização, aos processos de trabalho e à área física. Na percepção dos pais, há profissionais que não demonstram ter perfil para trabalhar com o Método Canguru e com as famílias, em sua integralidade e individualidade. Percebe-se que os pais adquiriram conhecimento quanto ao Método Canguru e mantiveram a realização do contato pele a pele no domicílio, com a utilização da faixa de tecido e com o uso de lençol e de casaco, mas também aplicaram o contato pele a pele sem nenhuma contenção. O Método Canguru potencializa a qualidade de vida dos recém-nascidos baixo peso, ratificando-se como um recurso a mais na atenção à criança e à sua família. Este estudo é importante para a saúde e para a enfermagem, pois demonstrou o conhecimento que os pais adquiriram sobre o Método Canguru durante a hospitalização do filho; além de evidenciar o modo de aplicação do Método Canguru na unidade neonatal e no domicílio.
Arquivo(s) MAYARA CAROLINA CAÑEDO.pdf
 
Título: LESÕES POR PRESSÃO: OCORRÊNCIAS, FATORES DE RISCO E PRÁTICA CLÍNICA PREVENTIVA DOS ENFERMEIROS EM CENTROS DE TERAPIA INTENSIVA  
Data: 24/03/2017  Orientador: Marisa Dias Rolan Loureiro 
Banca: Marcos Antonio Ferreira Junior, Maria Helena Larcher Caliri, Marisa Dias Rolan Loureiro, Oleci Pereira Frota 
Alunos: Paula Knoch Mendonça (ING: 2015/1) 
Área: ENFERMAGEM 
Curso: Mestrado em Enfermagem
Resumo
LESÕES POR PRESSÃO: OCORRÊNCIAS, FATORES DE RISCO E PRÁTICA CLÍNICA PREVENTIVA DOS ENFERMEIROS EM CENTROS DE TERAPIA INTENSIVA X
Anualmente, milhões de pessoas sofrem lesões incapacitantes ou morrem decorrente de práticas de saúde inseguras. As lesões por pressão constituem um dos principais eventos adversos encontrados em serviços de saúde. São caracterizadas como iatrogenias, que causam dor, sofrimento e podem levar à morte. Para as instituições, implica no aumento dos custos do tratamento, além do maior tempo de internação que pode gerar mais riscos. Apesar dos avanços tecnológicos, científicos e do aperfeiçoamento dos serviços e cuidados de saúde, a incidência de lesão por pressão (LP) é elevada, principalmente em clientes de Centro de Terapia Intensiva (CTI). A prevenção de LP está entre as Metas Internacionais para Segurança do Paciente Objetivos: Geral: Caracterizar as ocorrências e as prescrições de enfermagem para prevenção de lesões por pressão em clientes internados em Centros de Terapia Intensiva adulto. Específicos: Descrever os principais fatores de risco para o desenvolvimento de lesões por pressão encontrados em clientes de Centros de Terapia Intensiva de dois hospitais de ensino; identificar as ações preventivas de enfermagem prescritas por enfermeiros de dois hospitais de ensino para a prevenção de lesões por pressão em CTI. Método: Estudo de abordagem quantitativa, de corte transversal, descritivo e analítico, realizado em Centros de Terapia Intensiva adulto de dois hospitais de ensino, entre o período de março a junho de 2016. Participaram todos os clientes internados, com os seguintes critérios de inclusão: idade igual ou maior a 18 anos e 24 horas completas de internação no CTI. Na coleta dos dados foi aplicado um formulário para a avaliação dos clientes internados e revisão dos prontuários. As variáveis elegíveis para o estudo foram categorizadas em três grupos: a) de identificação; b) relacionadas às recomendações gerais para prevenção segundo diretrizes internacionais; e c) relacionadas à avaliação dos fatores de risco. O protocolo de pesquisa foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa em Seres Humanos da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, sob parecer número 1.300.163/2015. Resultados: Foram avaliados 104 clientes, com predominância de 53,8% (n=56) do sexo masculino. Os fatores de risco associados à maior ocorrência de LP foram a hipertermia (p=0,029) e a pele edemaciada (p=0,012). Na população do estudo, 49,0% (n=51) apresentaram LP. A região anatômica mais acometida foi a glútea com 87,5%, e sacral com 29,8%. Quanto ao tipo de colchão, a ocorrência de LP ocorreu em 49,0% dos participantes em uso de colchão pneumático e 51,0% com espuma viscoelástica. As ações de enfermagem mais prescritas por enfermeiros foram a Mudança de Decúbito com 82,7%; Utilização de Emolientes para Hidratação da Pele com 76,9% e Realização de Higiene Externa com 67,3%. Conclusão: A LP apresentou fatores de risco e ocorrências variáveis, de acordo com o perfil dos clientes de cada serviço. Os cuidados com a pele não são priorizados nos ambientes de CTI, nos quais os cuidados terapêuticos sobrepõem as ações de prevenção de LP. Nesse contexto, destaca-se a necessidade de ações direcionadas à segurança do cliente, em que a prevenção de LP deve ser tratada como prioridade.
Arquivo(s) DISSERTAÇÃO PAULA KNOCH MENDONÇA (1).pdf
 
Título: AÇÕES DESENVOLVIDAS PELA EQUIPE DE ENFERMAGEM DA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA NO MATO GROSSO DO SUL 
Data: 03/03/2017  Orientador: Sebastiao Junior Henrique Duarte 
Banca: Crhistinne Cavalheiro Maymone Goncalves, Maria de Fatima Meinberg Cheade, Sandra Valenzuela-Suazo, Sebastiao Junior Henrique Duarte 
Alunos: Jéssica Araujo Braga Amoras (ING: 2015/1) 
Área: ENFERMAGEM 
Curso: Mestrado em Enfermagem
Resumo
AÇÕES DESENVOLVIDAS PELA EQUIPE DE ENFERMAGEM DA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA NO MATO GROSSO DO SUL X
No Brasil a saúde é um direito constitucional consolidado por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), cujos princípios doutrinários e organizativos garantem a cobertura e o acesso universal aos serviços de saúde para todo cidadão brasileiro. O princípio da hierarquização estabelece que a entrada no SUS deve se dar pela Atenção Primária à Saúde, nacionalmente chamada de Atenção Básica à Saúde e tem na Estratégia Saúde da Família (ESF) o meio de proporcionar a integralidade da atenção à saúde, tanto individual como coletiva, articulada às redes de atenção à saúde. O trabalho na ESF ocorre por meio de equipes multiprofissionais, entre eles os profissionais da enfermagem, e as diretrizes que norteiam o processo de trabalho são estabelecidas através de legislações do Ministério da Saúde, como a Política Nacional da Atenção Básica. Portanto, é oportuno a realização de estudos que possam contribuir com o fortalecimento do processo de trabalho no SUS. Assim, o objetivo geral desse estudo foi analisar as ações de saúde da mulher desenvolvidas pela equipe de enfermagem da ESF em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, segundo a Política Nacional da Atenção Básica. Métodos: nessa pesquisa descritiva, transversal e exploratória optou-se por adotar metodologia mista, para melhor compreensão de como se dava o processo de trabalho na ocasião da coleta de dados, sendo realizado um estudo de revisão integrativa na intenção de identificar as evidências científicas que pudessem colaborar no entendimento da situação local; estudo qualitativo com enfermeiros, onde as falas estiveram apoiadas na Teoria do Materialismo Histórico e Dialético (TMHD) e organizadas segundo o método do Discurso do Sujeito Coletivo (DSC) e, estudo quantitativo a partir de respostas as variáveis constantes em formulário respondido individualmente por enfermeiros e técnicos de enfermagem. A pesquisa foi realizada em Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul. O município contava com 94 equipes da ESF, distribuídas em quatro distritos sanitários. Participaram todos os profissionais da enfermagem, sendo 62 enfermeiros e 72 técnicos de enfermagem, que atenderam aos critérios de inclusão: a) atuar em equipe da ESF há pelo menos três meses, e b) não ter impedimento físico e/ou mental para responder ao formulário, bem como a entrevista. Excluiu-se: a) profissionais que estivessem atuando em área rural e, b) profissionais não localizados para a coleta dos dados, após três tentativas. A coleta de dados ocorreu de dois modos: 1) resposta individual a um formulário contendo variáveis de caracterização e das ações recomendadas pelo Ministério da Saúde voltadas à saúde da mulher, subsidiando a análise do materialismo, através da análise estatística das condutas frequentes e das ausentes, pelo teste de Wilcoxon, com intervalo de confiança de 95% e p-value < 0.005 e, 2) entrevista individual com os enfermeiros, no sentido de permitir a análise dialética. Dados resultantes dos formulários receberam tratamento estatístico e os das entrevistas foram categorizados conforme as figuras metodológicas do DSC. Todos os participantes assinaram o termo de consentimento livre e esclarecido. A pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética e Pesquisa da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, sob Parecer nº 1.232.483 de 2015. Os resultados parciais foram apresentados sob a forma de resumos em eventos científicos e os resultados finais compuseram a dissertação de mestrado. A revisão integrativa evidenciou escassez de publicações, mesmo assim localizaram-se estudos que utilizaram a TMHD no campo da enfermagem, tanto em âmbito hospitalar como na Atenção Primária à Saúde. O estudo qualitativo possibilitou analisar a dialética do processo de trabalho de enfermeiros da ESF na assistência às mulheres e o estudo quantitativo descreveu as ações de enfermeiros e técnicos de enfermagem voltadas à saúde da mulher. Conclusão: evidenciou-se que o processo de trabalho em enfermagem está em consonância com a Política Nacional da Atenção Básica e as ações desenvolvidas contribuem com a atenção integral à saúde das mulheres, contudo, há necessidade de intensificar o cuidado de enfermagem nas ações que apresentaram condutas ausentes. São dados de relevância para a formulação de políticas de educação permanente, revisão de protocolos assistenciais e estratégias para melhoria do acesso e da cobertura assistencial às mulheres.
Arquivo(s) Dissertação mestrado enfermagem - Jessica Araujo Braga Amora.pdf
 
Título: DOENÇA MENTAL, DIREITOS HUMANOS E O EXERCÍCIO DA ENFERMAGEM: INSTRUMENTOS LEGAIS BRASILEIROS 
Data: 24/02/2017  Orientador: Mariluci Camargo Ferreira da Silva Candido 
Banca: Adailson da Silva Moreira, Elizabeth Goncalves Ferreira Zaleski, Ramon Moraes Penha, Sebastiao Junior Henrique Duarte 
Alunos: Odila Paula Savenhago Schwartz (ING: 2015/1) 
Área: ENFERMAGEM 
Curso: Mestrado em Enfermagem
Resumo
DOENÇA MENTAL, DIREITOS HUMANOS E O EXERCÍCIO DA ENFERMAGEM: INSTRUMENTOS LEGAIS BRASILEIROS X
A complexidade do trabalho da equipe multiprofissional no campo da saúde mental requer instrumentos éticos e legais, visando assegurar tanto a atenção integral à saúde como os direitos da pessoa com transtorno mental. Considerando os postulados da reforma psiquiátrica brasileira, que reorganizou o modelo assistencial a esse grupo populacional, instiga o estudo da legislação, visando destacar aquelas que garantam os direitos fundamentais da pessoa com transtorno mental e que subsidiem a assistência de enfermagem no cuidado a estes indivíduos e suas famílias. Objetivo: analisar as legislações relacionadas à pessoa com transtorno mental e sua influência no exercício da enfermagem. Método: pesquisa documental, com abordagem qualitativa, realizada no período de dezembro de 2015 a fevereiro de 2016, nos sítios eletrônicos da Presidência da República Federativa do Brasil, Ministério da Saúde e do Conselho Federal de Enfermagem. Incluíram-se legislações nacionais vigentes que versam a respeito da pessoa com transtorno mental, independente da data de publicação. Excluíram-se: legislações revogadas e as repetidas. Os dados foram coletados em instrumento contendo as seguintes variáveis: fonte e data da publicação, tipo de documento, áreas contempladas e conteúdo dos documentos. Localizaram-se 451 documentos, desses, 5 leis, 6 decretos, 434 portarias e 6 resoluções. Os resultados foram categorizados de acordo com a análise de conteúdo por categorias temáticas. Conclui-se que as legislações federais brasileiras voltadas às pessoas com transtornos mentais avançaram no que diz respeito a habilitação de serviços extra-hospitalares, bem como, com a disponibilização de demais recursos para seu funcionamento. No entanto, os documentos não tratam diretamente dos direitos fundamentais dessas pessoas, situação que compromete o atendimento às necessidades dos que sofrem transtorno mental e configura em implicações para o cuidado pelos profissionais de saúde, entre eles a equipe de enfermagem. Portanto, se faz necessário a realização de pesquisas que gerem publicações científicas, que possam cooperar com a elaboração, manutenção e divulgação dos direitos da pessoa com transtorno mental, e legislações especificas que respaldem, direcionem e garantam a assistência de enfermagem integral a esse grupo vulnerável da população.
Arquivo(s) DISSERTAÇÃO ODILA.pdf
 
Título: CÂNCER DO COLO DO ÚTERO E MULHERES PRIVADAS DE LIBERDADE EM MATO GROSSO DO SUL 
Data: 17/02/2017  Orientador: Ana Rita Barbieri Filgueiras 
Banca: Albert Schiaveto de Souza, Ana Rita Barbieri Filgueiras, Crhistinne Cavalheiro Maymone Goncalves, Maria de Fatima Meinberg Cheade 
Alunos: Elaine Regina Prudencio Hipolito da Silva (ING: 2015/1) 
Área: ENFERMAGEM 
Curso: Mestrado em Enfermagem
Resumo
CÂNCER DO COLO DO ÚTERO E MULHERES PRIVADAS DE LIBERDADE EM MATO GROSSO DO SUL X
A população feminina privada de liberdade apresenta-se vulnerável ao desenvolvimento de agravos, devido a fatores intrínsecos ao sexo, comportamentais, e as condições inadequadas de vida que estão sujeitas no cárcere, entre estas o pouco acesso às ações e serviços de saúde, em especial as ações de controle do câncer do colo do útero. O estudo teve por objetivo analisar o controle do câncer de colo do útero às mulheres privadas de liberdade em Mato Grosso do Sul. Estudo de caráter transversal de abordagem quantitativa com utilização de dados primários e secundários, em que foram entrevistadas 510 mulheres distribuídas pelos sete estabelecimentos penais femininos de regime fechado em Mato Grosso do Sul e foram analisados 352 prontuários. Os dados foram analisados estatisticamente no programa Statistical Package for Social Science versão 23.0, considerando um nível de significância de 5%, foram realizadas associações entre as variáveis por meio do teste qui-quadrado (p<0,05), com correção de Bonferroni. Verificou-se que a maioria das mulheres privadas de liberdade em Mato Grosso do Sul possuem um baixo nível de escolaridade, são pardas, estão na faixa etária entre 18 e 34 anos, privadas de liberdade por um tempo não superior a 24 meses e estão expostas aos fatores de risco para o desenvolvimento do câncer do colo do útero. Metade das entrevistadas, 255 mulheres (50,0%), disseram ter realizado o exame citopatológico do colo do útero nos estabelecimentos prisionais, sendo que 178 (69,8%) o realizaram em 2015, e 70 (16,4%) relataram a presença de algum tipo de alteração no resultado. Ainda, 12 (17,1%) afirmaram ter tido alterações no colo do útero, e 134 (52,5%) referiram desconhecer o resultado. Das 255 (50,0%) mulheres que não fizeram o exame no estabelecimento prisional, 149 (58,4%) referiram como motivo a falta de oportunidade. Dos prontuários analisados, quando considerado o último exame realizado no estabelecimento prisional, 211 (59,9%) não continham o registro de informações sobre o exame. Apenas 129 (36,6%) continham informações, sendo que destes, 110 (85,3%) possuíam registro do resultado, e foram encontrados seis (5,5%) resultados com alterações citológicas. Ainda, 41 (11,7%) continham informações sobre o histórico de realização do exame após a privação de liberdade, sendo verificados quatro (9,8%) registros de exames com alterações. Observou-se que há diferenças estatísticas entre a atenção à saúde nos estabelecimentos prisionais quanto à frequência de realização do rastreamento e forma de registro no prontuário. Conclui-se que as ações de controle do câncer do colo do útero são realizadas, mas não de forma sistemática e regular, sendo necessária a implementação de estratégias que proporcionem melhorias no seu controle e prevenção no ambiente prisional.
Arquivo(s) DISSERTAÇÃO 12_03_2017 Final Elaine.pdf
2016 
Título: AVALIAÇÃO DOS PROGRAMAS DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR DE CAMPO GRANDE – MS 
Data: 10/11/2016  Orientador: Adriano Menis Ferreira 
Banca: Adriano Menis Ferreira, Jomara Brandini Gomes, Juliana Dias Reis Pessalacia, Larissa da Silva Barcelos 
Alunos: Alessandra Lyrio Barbosa Giroti (ING: 2015/1) 
Área: ENFERMAGEM 
Curso: Mestrado em Enfermagem
Resumo
AVALIAÇÃO DOS PROGRAMAS DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR DE CAMPO GRANDE – MS X
A ocorrência de infecção hospitalar é uma das mais relevantes complicações para pacientes hospitalizados, considerando a elevada taxa de morbimortalidade associada a sua incidência, além do impacto socioeconômico por aumentar custo e tempo de internação e afastar o paciente de suas atividades profissionais e sociais. Desse modo, este trabalho teve como objetivo geral avaliar os Programas de Controle de Infecção Hospitalar (PCIH) dos serviços de saúde como facilitador da qualidade assistencial, em Campo Grande – Mato Grosso do Sul. Trata-se de um estudo transversal, analítico, de abordagem quantitativa. A população foi constituída de 16 Comissões de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) de hospitais cadastrados no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde(CNES) e a amostra se constituiu de 14 CCIH. A coleta de dados primários e secundários foi realizada por meio de entrevista estruturada, utilizando-se de instrumentos validados e verificação de documentos, respectivamente. Os dados foram organizados sob a forma de tabelas para análise e comparação com o proposto na Portaria Ministério da Saúde/Gabinete do Ministro nº 2.616, de 12 de maio de 1998, sendo que os resultados evidenciaram médias de conformidade de: 80,58% para o indicador de avaliação da estrutura técnico-operacional (PCET), 60,77% para o indicador das diretrizes operacionais de prevenção e controle de infecção (PCDO), 81,59% para o indicador de avaliação do sistema de vigilância epidemiológica (PCVE) e 63,44% para o indicador de avaliação das atividades de controle e prevenção de infecção hospitalar. Isto permitiu concluir que existe necessidade de adequações imediatas nesses programas, principalmente referentes às diretrizes e ações de prevenção e controle de infecção hospitalar. Os itens relativos à estrutura técnico-operacional e sistema de vigilância epidemiológica apresentaram melhores resultados, porém não o ideal recomendado na legislação brasileira, o que enfatiza a magnitude desse problema ainda considerado um desafio para as instituições no país.
Arquivo(s) Alessandra Lyrio Barbosa Giroti 10-11-2016.pdf
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