Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

Defesas de Trabalho

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2017 
Título: Comunidades de insetos (Hexapoda) associados à massas fecais de equinos 
Data: 26/05/2017  Orientador: Ramon Jose Correa Luciano de Mello 
Banca: Alessandre Pereira Colavite, Fernando Paiva, Paula Fernanda Motta Rodrigues, Paulo Robson de Souza, Vera Cristina Silva 
Alunos: Mariana Castro da Costa e Almeida (ING: 2015/1) 
Área: ZOOLOGIA 
Curso: Mestrado em Biologia Animal
Resumo
Comunidades de insetos (Hexapoda) associados à massas fecais de equinos X
Diversos fatores podem influenciar a riqueza e composição das comunidades dos insetos coprófilos. Duas ordens que compõem as comunidades desses organismos se destacam em riqueza e abundância, Coleoptera e Diptera. Besouros desempenham importante papel na reciclagem de nutrientes, especialmente durante o ínstar larval. Da ordem Coleoptera, representantes da família Scarabaeidae possuem o hábito de depositar seus ovos em matéria fecal de diversas espécies de mamíferos. O desenvolvimento dessas larvas nesse local é importante para a decomposição e reciclagem dos nutrientes disponíveis neste tipo de ambiente. Este trabalho teve como objetivo inventariar a comunidade de insetos atraídos para massas fecais de equinos, identificar a sucessão desta comunidade durante os três dias consecutivos de exposição das fezes e comparar a fauna registrada em ambientes com diferentes usos do solo (mata e pastagem). A área de estudo se localiza em Rochedo, MS e se enquadra na classificação de Köppen como Aw – tropical úmido, com verão chuvoso e inverno seco. As coletas foram realizadas de junho de 2015 a abril de 2016, em expedições trimestrais, foram coletados 2072 espécimes de coleópteros, 22348 dípteros e 233 himenópteros. Em relação à dinâmica de visitação das fezes não foi observada diferença entre os ambientes de mata e pasto, todas as ordens coletadas apresentaram mais indivíduos na área de pasto e somente a ordem Diptera apresentou o mesmo número de famílias nas duas áreas, Coleoptera e Hymenoptera apresentaram mais famílias no pasto, contrariando dados de outros estudos. O dendograma de agrupamento não mostrou diferença na composição das famílias encontradas nas armadilhas.
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Título: Taxonomia e distribuição de Cladocera (Crustacea: Diplostraca) na bacia do Rio Miranda, Mato Grosso do Sul 
Data: 18/05/2017  Orientador: William Marcos da Silva 
Banca: Lourdes Maria Abdu El-moor Loureiro, Odete Rocha, Ricardo Henrique Gentil Pereira, Rodrigo Pires Dallacqua 
Alunos: Lidiane Valeska Severino (ING: 2015/1) 
Área: ZOOLOGIA 
Curso: Mestrado em Biologia Animal
Resumo
Taxonomia e distribuição de Cladocera (Crustacea: Diplostraca) na bacia do Rio Miranda, Mato Grosso do Sul X
Na Bacia do rio Miranda foram registradas 25 espécies de Cladocera em 23 pontos amostrais. Moina minuta foi a espécie mais frequente, seguida de Ilyocryptus spinifer e Macrothrix spinosa. Sididae, Daphniidae e Macrothricidae foram as famílias mais representativas em relação ao número de espécies, seguindo padrão de abundância similar aos estados de São Paulo e Minas Gerais, na região Sudeste. Treze espécies foram pouco frequentes ou de rara ocorrência. Foi elaborada chave de identificação das espécies encontradas e realizado o mapeamento da distribuição de espécies com frequência maior e menor que 25%
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Título: Revisão Taxonômica e Variação Geográfica do Philydor rufum (Vieillot 1818) (Aves: Furnariidae) 
Data: 28/04/2017  Orientador: Rudi Ricardo Laps 
Banca: Claydson Assis, Marco Aurélio Crozariol, Sergio Roberto Posso, Vítor de Queiroz Piacentini 
Alunos: Sandro Paulino de Faria (ING: 2015/1) 
Área: ZOOLOGIA 
Curso: Mestrado em Biologia Animal
Resumo
Revisão Taxonômica e Variação Geográfica do Philydor rufum (Vieillot 1818) (Aves: Furnariidae) X
Através das análises de coloração de plumagem e partes nuas, morfometria e distribuição geográfica, a taxonomia do limpa-folha-de-testa-baia, Philydor rufum (Vieillot, 1818) foi revisada e a validade da subespécie Philydor rufum chapadense (Zimmer, 1935) foi testada. As características diagnósticas propostas para Philydor rufum chapadense são refutadas e esta subespécie não é uma unidade taxonômica válida, devendo ser sinonimizada à Philydor rufum rufum.
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Título: Estrutura populacional, sobrevivência aparente e área de vida de Phrynops geoffroanus (Testudines, Chelidae) em um rio urbano 
Data: 27/04/2017  Orientador: Luiz Gustavo Rodrigues Oliveira Santos 
Banca: Flavio De Barros Molina, Laura Verrastro Vinas, Rafael Dettogni Guariento, Shirley Famelli da Costa 
Alunos: Márcia Marrie Pinheiro Muller (ING: 2015/1) 
Área: ZOOLOGIA 
Curso: Mestrado em Biologia Animal
Resumo
Estrutura populacional, sobrevivência aparente e área de vida de Phrynops geoffroanus (Testudines, Chelidae) em um rio urbano X
Alterações no ambiente em consequência da urbanização permitem que poucas espécies consigam aí permanecer, contando-se entre elas alguns quelônios. Tais modificações, além das próprias características dos quelônios, provavelmente, influenciam nos parâmetros populacionais e nos padrões de movimento, como razão sexual, estrutura populacional, sobrevivência aparente e área de vida. O objetivo do trabalho foi analisar a estrutura populacional, sobrevivência aparente e área de vida de Phrynops geoffroanus em um rio urbano em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, Brasil. Realizei as coletas em quatro sessões de amostragem pelo método de captura-marcação-recaptura com armadilhas quadradas e, principalmente, armadilhas do tipo covo. Pelo modelo de população fechada de Huggins Full Heterogeneity, estimei a capturabilidade e sobrevivência aparente e, posteriormente, a abundância. Eu obtive as localizações da área de vida de treze indivíduos (7 fêmeas e 6 machos) por telemetria. O dimorfismo sexual foi a favor das fêmeas e a sobrevivência aparente foi alta para fêmeas, machos e jovens, sendo maior nas transições do período seco para o chuvoso. A abundância foi crescente ou estável ao longo das sessões, variando entre 31 e 121 indivíduos, com maior abundância de adultos e sem diferença na razão sexual. A alta sobrevivência aparente pode ter sido influenciada pelo pouco tempo de estudo em relação a longevidade de quelônios e/ou pelo comportamento residente dos cágados. Não houve efeito do tamanho do corpo nem do sexo no tamanho de áreas de vida. Esta ausência de efeito pode estar ligada ao baixo custo energético do deslocamento aquático ou a características individuais não mensuradas.
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Título: Diversidade e Taxonomia de Copepoda (Crustacea, Hexanauplia) na Bacia do Rio Miranda, Mato Grosso do Sul, Brasil 
Data: 27/04/2017  Orientador: William Marcos da Silva 
Banca: Edinaldo Nelson dos Santos-Silva, Gilmar Perbiche Neves, Gustavo Graciolli, Kennedy Francis Roche, Martha Angélica Gutierrez-Aguirre 
Alunos: Jéssica Delilo Duarte (ING: 2015/1) 
Área: ZOOLOGIA 
Curso: Mestrado em Biologia Animal
Resumo
Diversidade e Taxonomia de Copepoda (Crustacea, Hexanauplia) na Bacia do Rio Miranda, Mato Grosso do Sul, Brasil X
Uma avaliação das espécies de Copepoda com ocorrência na bacia do rio Miranda é apresentada, bem como uma chave taxonômica com ênfase nas características morfológicas mais importantes para identificação das espécies, visando facilitar a identificação e atualização da lista de espécies que ocorrem no estado de Mato Grosso do Sul. Foram analisados 23 corpos de água lênticos distribuídos nos limites da bacia. Um total de 10 gêneros e 23 espécies, sendo 18 de Cyclopoida e cinco de Calanoida, foram encontradas na bacia, suas localizações foram mapeadas através de pontos georreferenciados e assim foi feito o mapeamento das espécies mais frequentes e raras. As espécies mais representativas para Cyclopoida foram Microcyclops anceps e Thermocyclops decipiens e para Calanoida, Notodiaptomus deitersi.
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Título: Diversidade, taxonomia e conservação de anfíbios do estado do Tocantins 
Data: 31/03/2017  Orientador: Diego Jose Santana Silva 
Banca: Débora Leite Silvano, Felipe Sá Fortes Leite, Franco Leandro de Souza, Paula Hanna Valdujo 
Alunos: Leandro Alves da Silva (ING: 2015/1) 
Área: ZOOLOGIA 
Curso: Mestrado em Biologia Animal
Resumo
Diversidade, taxonomia e conservação de anfíbios do estado do Tocantins X
A extensão da nossa compreensão a respeito da biodiversidade da Terra é continuamente desafiada por recorrentes descobertas de novas espécies e distribuições previamente não conhecidas para algumas linhagens, geralmente reveladas após amostragens em áreas pouco estudadas. De modo geral, essa é uma situação frequente no Neotrópico. Dentre os grupos de vertebrados, os anfíbios são conspicuamente diversificados na região Neotropical. No entanto, algumas áreas dessa região possuem a fauna de anfíbios pobremente conhecida, como o caso do estado do Tocantins. De fato, essa lacuna não é apenas de cunho geográfico, pois, como consequência do esforço amostral insuficiente nessa região, muitos grupos taxonômicos também são negligenciados. A presente dissertação abordou aspectos da diversidade, taxonomia e conservação de anfíbios do estado do Tocantins. Associando dados oriundos da literatura, amostragens em campo e análise de espécimes depositados em museus, nós encontramos uma rica comunidade de anfíbios com ocorrência para o Tocantins (90 espécies distribuídas em 14 famílias), a qual é composta por espécies compartilhadas entre diferentes domínios, em especial a Amazônia, a Caatinga e o Cerrado. Também encontramos diversos novos registros de espécies previamente não conhecidas para a região, bem como linhagens candidatas a espécies novas. Baseados na taxonomia integrativa, pudemos confirmar o status de espécies novas para alguns desses registros, e descrevemos formalmente três dessas espécies, uma pertencente ao gênero Hyalinobatrachium (Centrolenidae) e duas para o grupo Hypsiboas semilineatus (Hylidae). Ambas as espécies novas ocorrem em áreas de Cerrado, mas pertencem a linhagens de origem amazônica, e evidenciam a influencia da fauna amazônica sobre a biodiversidade do Cerrado. Nesse contexto, matas de galeria associadas à grandes bacias hidrográficas (e.g. Rios Tocantins e Araguaia), que conectam regiões nucleares dos domínios Amazônia e Cerrado, podem ter sido usadas como corredores de dispersão para essas linhagens. No presente trabalho, apresentamos o primeiro amplo esforço de amostragem de anfíbios para o estado do Tocantins, onde evidenciamos uma notável diversidade de espécies, oriunda de diferentes domínios brasileiros. A compilação de dados de diferentes origens (literatura, amostragens de campo e museus) e o uso da taxonomia integrativa foi crucial tanto para diagnosticar a notável diversidade de anfíbios do estado do Tocantins, quanto para descobrir e descrever as três espécies novas.
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Título: Taxonomia integrativa de Hydrodynastes gigas (Duméril, Bibron & Duméril, 1854) em diferentes bacias hidrográficas 
Data: 24/03/2017  Orientador: Diego Jose Santana Silva 
Banca: Daniel Fernandes da Silva, Marco Aurélio de Sena, Paulo Gustavo Homem Passos, Renato Silveira Bérnils, Vanda Lucia Ferreira 
Alunos: Priscila Santos Carvalho (ING: 2015/1) 
Área: ZOOLOGIA 
Curso: Mestrado em Biologia Animal
Resumo
Taxonomia integrativa de Hydrodynastes gigas (Duméril, Bibron & Duméril, 1854) em diferentes bacias hidrográficas X
A região Neotropical é caracterizada pela alta diversidade e presença de grandes bacias hidrográficas, que exercem um papel importante no padrão de distribuição e evolução da biota. Hydrodynastes gigas é uma espécie semiaquática e amplamente distribuída pela América do Sul. Utilizamos uma abordagem integrativa a fim de verificar o status taxonômico de H. gigas verificando se existe espécies crípticas sob este nome, e verificamos a validade taxonômica de Hydrodynastes melanogigas. Nós realizamos uma análise filogenética com mtDNA 16S (491 pb), análises de morfometria tradicional e morfometria geométrica, análise merística e morfologia hemipeniana das populações de H. gigas. Nossos resultados moleculares revelaram que H. gigas é uma espécie amplamente distribuída pela América do Sul com baixa diversidade genética e haplotípica, fato este também corroborado pelos resultados morfológicos. Não foi possível separar as espécies H. gigas e H. melanogigas com base nos caracteres merísticos e morfométricos (MANOVA), enquanto que a morfometria geométrica distingue as duas espécies. Este resultado precisa ser visto com cautela, logo que uma análise molecular é imprescindível para verificar o status taxonômico de H. melanogigas. A discreta estruturação geográfica observada em H. gigas e a ausência da mesma em H. bicinctus é comumente encontrada em espécies com alto potencial de dispersão. Provavelmente, o fato das duas espécies serem semiaquáticas, generalistas e, de grande porte permite que elas consigam forragear satisfatoriamente no ambiente aquático e terrestre, proporcionando assim maior dispersão, principalmente pelos rios, e promovendo o fluxo gênico entre as populações.
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Título: Caracterização dos metazoários parasitos e da dieta de Scinax fuscovarius (Anura: Hylidae) em uma região da Serra da Bodoquena, Mato Grosso do Sul, Brasil 
Data: 15/03/2017  Orientador: Luiz Eduardo Roland Tavares 
Banca: Diego Jose Santana Silva, Fabricio Hiroiuki Oda, Reinaldo José da Silva, Ricardo Massato Takemoto 
Alunos: Isabela Caroline Oliveira da Silva (ING: 2015/1) 
Área: ZOOLOGIA 
Curso: Mestrado em Biologia Animal
Resumo
Caracterização dos metazoários parasitos e da dieta de Scinax fuscovarius (Anura: Hylidae) em uma região da Serra da Bodoquena, Mato Grosso do Sul, Brasil X
Scinax fuscovarius é um anuro da família Hylidae, amplamente distribuído nas regiões Centro Oeste, Nordeste e Sudeste do Brasil, também na Argentina, Paraguai e Bolívia. Estudos realizados com espécimes coletadados no Paraguai, Peru, e Brasil (nos estados do Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina, e São Paulo) reportam 10 espécies de metazoários parasitos para este hylideo, sendo 7 nematodas, 1 acantocéfalo, 1 cestoda e uma espécie de oligoqueta endoparasito. Com 2 espécies sem registros de localidade. Neste contexto, este estudo descreve a composição dos metazoários parasitos de S. fuscovarius na região da Serra da Bodoquena, Mato Grosso do Sul, Brasil. Foram coletados 75 espécimes por busca ativa noturna, em outubro e novembro de 2015, e abril e maio de 2016, no Parque Nacional da Serra da Bodoquena. Quarenta e três (57,3%) estavam parasitados com pelo menos uma das 19 morfoespécies de metazoários parasitos encontrados, sendo 11 os nematodas em estágio adulto (Ascarididae gen. sp., Aplectana lopesi, Cosmocerca brasiliense, Cosmocerca parva, Cosmocercidae gen. sp., Nematoda gen. sp., Oxyascaris caudacutus, Philometridae gen. sp., Rhabdias sp., Rhabdias cf. elegans e Rhabdias cf. fuelleborni), três em estágio larval (Aplectana sp., Cosmocercoidea fam. gen. sp. e Spirurida fam. gen. sp.), dois trematodas (Mesocoelium monas e metacercária tipo Neascus), procercóides de cestoda (Proteocephalidea fam. gen. sp.), ácaros em fase larval (Eutrombicula sp.), e os oligoquetas (Dero (Allodero) lutzi). Os metazoários parasitos A. lopesi, C. brasiliense, C. parva, Cosmocercidae gen. sp., Oxyascaris caudacutus e o oligoqueta D. (A.) lutzi já possuem registros em S. fuscovarius no Paraguai, Peru e Brasil nos estados do Rio de Janeiro, Santa Catarina e Paraná. Assim a ocorrência destas morfoespécies de parasitos na região da Serra da Bodoquena representa um novo registro de localidade para esta espécie de hospedeiro, e S. fuscovarius também é um novo hospedeiro para as demais 13 morfoespécies de parasitos encontrados.
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Título: Diversidade e genética populacional de abelhas solitárias (Hymenoptera: Apidae) do Cerrado e Pantanal de Mato Grosso do Sul 
Data: 14/03/2017  Orientador: Rodrigo Pires Dallacqua 
Banca: Douglas de Araujo, Rodrigo Aranda, Rogerio Silvestre, Tiago Mauricio Francoy, William Fernando Antonialli Júnior 
Alunos: Edivan dos Santos Mendes (ING: 2015/1) 
Área: ZOOLOGIA 
Curso: Mestrado em Biologia Animal
Resumo
Diversidade e genética populacional de abelhas solitárias (Hymenoptera: Apidae) do Cerrado e Pantanal de Mato Grosso do Sul X
As abelhas constituem um dos grupos de polinizadores de maior importância em ecossistemas tropicais. Estima-se que 85% de todas as espécies de abelhas sejam solitárias. Dentre várias metodologias para inventariar a fauna de abelhas com este hábito de vida, os ninhos-armadilha e as iscas-odor possibilitam a obtenção de informações importantes acerca de biologia das espécies amostradas. O presente trabalho teve como objetivo estudar a diversidade de espécies de himenópteros que nidificam em cavidades pré-existentes, bem como das espécies de euglossíneos, em três fragmentos de Cerrado localizados no perímetro urbano da cidade de Campo Grande/MS. Para tanto, foram confeccionados dois tipos de ninhos-armadilha: Gomos de Bambu e Tubos de Papel Color 7 com diâmetro e espessuras variáveis. Adicionalmente, iscas odor foram oferecidas com oito essências voláteis distintas nos mesmos pontos de coleta, para captura de machos de euglossíneos. Entre setembro de 2015 e Agosto de 2016, foram coletados 63 ninhos, 52 deles fundados por vespas pertencentes à seis famílias e 11 fundados por abelhas de dois gêneros, Centris (Apidae) e Coelioxys (Megachilidae). Com as iscas-odor foram capturados 266 machos de euglossíneos, pertencentes a 11 espécies. Euglossa carolina, Eulaema nigrita e Euglossa melanotricha foram as espécies mais abundantes. Os dados adquiridos são importantes na expansão do conhecimento acerca da distribuição das espécies presentes nas áreas de Cerrado estudadas, oferecendo dados sobre estrutura de ninhos e biologia de nidificação das espécies capturadas, além um panorama geral das espécies de euglossíneos presentes nas áreas.
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Título: Descrição da morfologia externa de pupários de dípteros estreblídeos e infracomunidades de Streblidae e Nycteribiidae (Diptera) sobre morcegos numa área de ecótono entre Cerrado e Mata Atlântica no Estado de Mato Grosso do Sul 
Data: 07/03/2017  Orientador: Marcelo Oscar Bordignon 
Banca: Analía Gladys Autino, Ana Maria Rui, Ludmilla Moura de Souza Aguiar, Luiz Eduardo Roland Tavares 
Alunos: Guilherme Douglas Piel Dornelles (ING: 2015/1) 
Área: ZOOLOGIA 
Curso: Mestrado em Biologia Animal
Resumo
Descrição da morfologia externa de pupários de dípteros estreblídeos e infracomunidades de Streblidae e Nycteribiidae (Diptera) sobre morcegos numa área de ecótono entre Cerrado e Mata Atlântica no Estado de Mato Grosso do Sul X
Streblidae e Nycteribiidae são famílias de moscas hematófagas ectoparasitas obrigatórias de morcegos. Entre abril de 2015 e agosto de 2016 capturamos morcegos e coletamos seus respectivos ectoparasitos numa área de transição entre Cerrado e Mata Atlântica no Sudeste de Mato Grosso do Sul, além de capturas ocasionais na Base de Estudos do Pantanal da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. As capturas no sudeste do estado foram com o objetivo de coletar o pupário de diferentes espécies de Streblidae e Nycteribiidae, e consequentemente descrever as infracomunidades dessas moscas. As coletas no pantanal visaram aumentar número de pupários de espécies diferentes. Com isso, descrevemos a morfologia externa do pupário de oito espécies de moscas estréblidas e elaboramos uma chave de identificação, além de descrever índices ecológicos quantitativos, prevalência e intensidade média de infestação, das infracomunidades encontradas.
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